Depois do ataque dos esfomeados, a generosa porção de manjubas foi reduzida a isto:
Taiyo
Depois do ataque dos esfomeados, a generosa porção de manjubas foi reduzida a isto:
O Rei do Happy Hour - crônicas de viagem
| Jack Johnson |
| Pinga de Banana |
A sensação de estar me embriagando novamente, me deixou animado. Pra quê ver quanto custa, não é mesmo? Fui tomado pela 'síndrome de milionário', típica de bêbados autistas, e passei a degustar de drinks com nomes temáticos: Jack Sparrow, Jack Nicholson, Jack Johnson - todos à base de vodka, rum, banana, cachaça... Aliás, pedi 3 doses de pinga de Banana... e uma porção de Onion Rings pra (tentar) dar uma rebatida.
Ah, enfim. Sozinho, com uma câmera na mão, comecei a fotografar (como se pode ver pelas fotos), inocentemente, tudo que bebia e comia. Mas nunca, jamás, subestime um bêbado...
'- Escrevo para o quituteseACIPES'. (sim, eu errei o nome do Blog).
"Um homem inteligente é as vezes forçado a ficar bêbado para gastar um tempo com suas bobagens" (Ernest Hemingway - 1899-1961)
Domingo? Qual opção?
Domingo a noite. Bate aquela fome e você pensa: qual a melhor opção para o final de semana?


O Rei do Happy Hour
Inaugurando minha coluna pessoal no blog, da qual intituto "O Rei do Happy Hour", começo com o relato de uma semaninha em que, no melhor estilo "sessão da tarde", temos aprontado uma tremeeeeeeeenda confusão...
Tudo começou na terça, um dia tão tranquilão, em que no máximo a aventura se resumiria ao nostalgico Joseph's Pub (bar do zé), mas que acabou se descambando para o Bartolomeu (Av. Pedro Taques), boate nova que abriu em Maringá.
Chegamos lá, eu, Fat, Alien e Oponente, e pensei: "amanhã é quarta, é dia de trabalhar". Pedi 2 long necks, geladas por sinal, tudo ok, até que alguém teve a "brilhante" idéia de pedir um combo de Smirnoff. Como bom apreciador da BEBIDA RUSSA, prometi que iria tomar apenas uns dois copos com energético, mas... acabamos com a garrafa, e tornei minha quarta-feira em um dia interminável.
Mais uma vez, minha companheira das manhãs - Dona Hangover, esteve lá, firme e forte para me fazer lembrar que ser um membro do Quitutes & Acepipes é hobby, e não um trabalho profissional.
Mas... nada que uma picanha "saborosa" (nos dizeres do Fürer) que eu, Tirso, Cebolinha e Freguês comemos no Calçadão (av. Getúlio Vargas) para resolver o problema da minha ressaca, ressaca esta no melhor estilo "ressaca parkinson" (aquela em que você treme sem parar).
Ah, enfim. Pensei que o dia terminaria tranquilamente, mas a partida entre Palmeiras e Santo André ocorreria a noite, e me lembrei do grande e lendário Cine Bar (av. Brasil), bar comandado pelo Garrafão, em que a "moçada" do quinquênio 95/2000 tomava umas pingas antes do show da Shakira.
Convidei Freguês e Tirso pra irem comigo tomar uma gelada e ver o jogo. É claro que eu não poderia esperar outro resultado senão a derrota do meu querido Verdão, já que o Tirso é camarada, porém corinthiano, e um tremendo pé-frio/agourento dos infernos!!! pqp!!!
Eu, como palmeirense roxo, sofredor e p*to da cara com essa merlin/bósnia do meu time (que conseguiu a proeza de perder do Santo André em pleno Palestra... que beleeeeeza!!!!), ao menos tive o prazer de comer os espetinhos de lá (frango com pimentão e cebola, pra dar aquela sustança) e tomar uma birra com os 'culpados', mas acho que exagerei, porque minha barriga não para de dizer "HAVE MERCY"...
Happy Hour é para profissionais. E tenho dito...
Guará: 4ª Feira, Pratos Especiais???
Lá chegando fomos surpreendidos, pois nenhum dos pratos especiais seriam servidos naquele dia. Ora, se são pratos especiais de quarta-feira, em que dia será que são servidos?
Passada essa decepção, partimos para uma grande decisão, escolher outras porções servidas no local. Digo grande decisão porque esperamos o dia todo para experimentar os ditos pratos especiais e nem sequer pudemos sentir o cheiro.
Tirso, por incrível que pareça resolveu se alimentar e pediu uma porção de torresmo, tudo bem que não se compara a do Wandão, mas não deixou a desejar, estava muito saborosa e eu tive que experimentar, pois estava muuuuuito apresentável.
O ambiente em si não possui nenhum atrativo especial, mas.......na companhia de bons amigos quem precisa de algo mais, além de uma porçãozinha saborosa e uma cervejinha estupidamente gelada.
Ode ao Wandão
Hoje fui em família ao bar que melhor condensa o espírito botequeiro em Maringá: o Wandão Petiscaria, mais conhecido como Bar do Wandão.
Afinal, o ambiente do bar é ótimo, com mesas e cadeiras de madeira, toalhas plastificadas com grafismos retrô, paredes de madeira, balcão, e um público que realmente busca aproveitar ao máximo a happy hour. O atendimento é especial, com garçons experientes e simpaticíssimos. A cerveja é fora do comum, estupidamente gelada.
E os acepipes, então... Ali é servido o melhor acepipe de Maringá: o famoso torresmo do Wandão!
Não existe torresmo igual a esse. O torresmo em si é crocante sem ser duro. Com aquela cor dourada que o torna irresistível aos olhos. Mas o principal diferencial é a generosa camada de carne, tenra e apetitosa, que acompanha a pele. Não adianta, o torresmo do Wandão é o acepipe a ser batido pelo botecos maringaenses. Se aqui tivesse o concurso do Boteco Bohemia, o Wandão teria ganhado uns dezoito anos seguidos com esse torresmo.
Hoje, além do torresmo (chamá-lo pelo diminutivo - torresminho - seria injusto), também pedimos a Língua ao Vinagrete.
Foi na saudosa Churrascaria Galeto Sulino (quem se lembra dela?) que eu aprendi a apreciar esse prato que, numa primeira impressão (língua? blargh!) pode parecer repugnante. Afinal a língua é uma carne macia e saborosa, parecida com uma posta branca (rosbife/roast beef), que acompanhada de um bem feito vinagrete, tal qual o preparado no Wandão, se transforma num dos melhores companheiros dos bebedores de cerveja.
Por enquanto é isso. Mas certamente o Wandão será motivo para muitos outros posts aqui no blog, até porque precisamos ainda falar, no mínimo, na Posta Branca à Vinagrete, na Fraudinha ao Molho de Shoyu, na Rabada com Agrião, no Kibe Cru... Continue lendo >>
Uma noite em família !!
A cidade de Maringá apresenta vários lugares para se sair com os amigos(as) e namoradas(os) em qualquer dia da semana. No entanto, quando o assunto é um lugar para se sair em família, especialmente quando você possui crianças pequenas, esta quantidade de lugares diminui drasticamente.
Sábado: Estação Teen e Cachaçaria Água Doce
Recuperado da overdose de peixe cru da sexta à noite, prossegui nos "compromissos" de sábado.
Depois de comer um monte de salgadinhos e minissanduíches (os quais, aliás, estavam deliciosos; principalmente o "minihamburguer") no Estação Teen (*), no aniversário da filha de um amigo, fui à Cachaçaria Água Doce comemorar a colação de grau de um outro amigo.
A Cachaçaria certamente é um dos melhores botecos (no melhor sentido da palavra) da cidade. Hors concours no quesito quantidade e qualidade de Quitutes e Acepipes, e sede de célebres noitadas regadas a muitos pasteizinhos de carne de sol e doses e doses de cachaça.
Mas dessa vez a coisa foi mais comportada. Primeiro porque quando eu cheguei o pessoal já tinha terminado de jantar (escondidinho, arroz carreteiro e feijão tropeiro), e segundo porque ninguém teve coragem de começar as rodadas de shots de cachaça.
É justo, então, que um texto completo sobre a Cachaçaria seja escrito em nossa próxima visita, quando o tour gastronômico-etílico for completo por aquelas paragens.
Sobre a visita de sábado, é importante dizer: a caipirinha deles (a verdadeira: cachaça, limão, gelo e açúcar) continua enorme e ótima.
(*) Av. D. Sophia Rasgulaeff, 1994, (44) 3253-6355.
Tatibana
O ressurgimento deste blog foi decidido enquanto jantávamos no Tatibana (http://www.tatibana.com.br/maringa/), apreciando um típico rodízio de comida japonesa.
Aliás, nos últimos anos Maringá experimentou uma verdadeira proliferação de restaurantes de rodízios de comida japonesa, de pizza e de carnes.
A razão dessa nossa visita ao Tatibana foi dupla: uma vontade insaciável da Norô de devorar sushis (até o nome do shih-tzu dela é "Sushi"), e a recomendação do Tatsuro (amigo expert em comida japonesa), de que atualmente o rodízio do Tatibana seria o melhor da cidade.
Motivados, portanto, por recomendação tão abalizada, decidimos abandonar a rotina de sempre jantarmos rodízios japoneses no Momiji (http://www.restaurantesjaponeses.com.br/momiji), e nos aventurarmos no Tatibana.
A aventura foi bem proveitosa.
Em visitas anteriores, no horário do almoço (self service), eu e o Alan havíamos nos decepcionado com o Tatibana. Mas na sexta a impressão foi bem diferente.
Os peixes do sashimi estavam ótimos, com um prego fresco, um salmão correto e um "magurô" (atum) simplesmente impressionante! A cor, o sabor e a textura desse magurô estavam fora do comum. Até hoje não havia comido um sashimi de atum tão bom em restaurantes de Maringá.
A apresentação dos sushis também estava muito legal, assim como o tempero do arroz neles utilizado (com a dose certa de doçura e de acidez).
Quando vou a rodízios desse tipo, costumo ficar nos "frios" (sushis e sashimis) e dificilmente provo os "quentes", com exceção do shitake na manteiga, um dos meus pratos prediletos. Essa, entretanto, foi minha única decepção no Tatibana, pois o shitake estava muito doce, quase melado, na minha opinião. Digo "minha opinião" porque o Alan adorou o prato, e disse que eu tava "viajando" ao reclamar do tempero...
Quanto à bebida, tomamos um monte de Brahma Extra long neck (poderiam servir em garrafas 600ml, :-)), que estava geladíssima, na temperatura certa para combinar com as montanhas de sashimi e sushi que comemos.
Enfim, não concordo totalmente com o Tatsuro que o Tatibana seja o melhor rodízio japonês da cidade. Mas acho que a evolução foi enorme, e que atualmente ele está praticamente empatado com o Momiji. Certamente recomendado!
PS1: Acho que o Alê (Tenente) não concorda comigo em alguns pontos. Mas deixo que isso seja esclarecido no post dele, que, espero, seja publicado rapidamente, rs.
PS2: Aos outros colaboradores, favor postarem com frequência...
Sábado Light
Bom dia à todos os apreciadores da comida de butequim, servida no momento mais esperado do dia: o Happy Hour.
Convenhamos que o happy hour é indispensável para manter a sanidade das pessoas (leia-se: o happy hour evita que pobres mortais, como os subscreventes deste blog, batam o pino, enlouqueçam, enfim...), portanto, é uma parte de nosso cotidiano que tem status de utilidade pública.
Sendo assim, como post inaugural, venho divulgar a feijoada que é servida aos sábados no Quintal (av. Luiz Teixeira Mendes). Infelizmente não tirei fotos, mas garanto que o negócio é bão, no melhor estilo "feijoada anual do country". Saí de lá me sentindo "leve", e preparado pra encarar uma festinha infantil (vejam que meu sábado foi LIGHT).
Abraços














