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Taiyo

Depois de uma overdose de Garrafologia, um post mais gastronômico. Aliás, nesse meio tempo, foram vários os lugares visitados, as fotos tiradas, mas a falta de tempo (e um pouco de preguiça) tem atrasado os posts.

A vez é do Taiyo, outro clássico das happy hours maringaenses. Ele fica na praça da Igreja Divino Espírito Santo (Pç. Mons. Bernardo Cnudde, 456), e o foco são aperitivos da cozinha oriental. O cardápio é vastíssimo. Nele há acepipes orientais dificilmente encontráveis em outros bares e restaurantes da cidade, desde alguns tipos de tsukemono, até filés de peixe grelhados acompanhados de molhos mais elaborados.

Desta vez, começamos com uma porção de rakkyōzuke, um tsukemono popularmente conhecido aqui no Brasil como "lakiô". É uma conserva levemente adocicada e ácida da raiz de uma planta (allium chinense) do gênero da cebola e do alho (allium). Pode-se ver na foto abaixo, que se trata de uma cebola em miniatura. Mas o "lakiô" só é "lakiô" se for feito precisamente dessa espécie de "cebolinha". Se você tentar fazer a conserva usando aquelas cebolas pequenas, por exemplo, (como aquelas curtidas em vinho tinto, das churrascarias), não conseguirá um "lakiô"; o sabor será totalmente diferente.


Além do rakkyōzuke, ainda provamos um sashimi de tilápia. O diferencial do sashimi do Taiyo, além da qualidade do peixe (fresco, e sem aquele sabor terroso característico de algumas tilápias de pesqueiros/cativeiros), é o corte, em sentido longitudinal (como se pode ver na foto abaixo). Esse tipo de corte modifica a textura do sashimi, que fica mais firme e áspero na boca. Ou seja, tira a mesmice do sashimi de tilápia.


O pedido seguinte foi de palitos de polenta fritos, que estavam ótimos. Crocantíssimos por fora, pastosos pode dentro. Enfim, um exemplo de como servir polenta frita.



Para finalizar, uma fritada de manjubinhas. Não confundir com o lambari, que é peixe de água-doce, enquanto a manjuba vive no mar. O legal das manjubas é comê-las inteiras, com cabeça, espinhos, etc... A porção do Taiyo estava muito bem executada. Frita em óleo bem quente, para que não viesse encharcada.


Depois do ataque dos esfomeados, a generosa porção de manjubas foi reduzida a isto:


O Taiyo é um dos meus lugares preferidos para comer e tomar uma cerveja gelada (geladíssima, uma das melhores da cidade). Os preços são justos (sashimi + polenta + manjuba por aproximadamente R$ 30,00). E as porções, fartas (pôde-se ver pelas fotos).  O único senão é o atendimento. Nada a reclamar da educação ou gentileza dos garçons. Aliás, o dono do estabelecimento também é simpaticíssimo, e sempre passa pelas mesas para cumprimentar os clientes. Apenas acho que o número de garçons é desproporcional ao tamanho da clientela. Há momentos de "rush" em que precisamos fazer de tudo pra chamar a atenção de um bendito garçom. Caso contrário, a garrafa de Skol e os copos ficarão vazios por muito tempo sobre a mesa e, como diria o Freguês, o pó-de-serra se acumulando na garganta...

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O Rei do Happy Hour - crônicas de viagem

Caro leitor, eu voltei.

Sim, O Rei do Happy Hour acabou se ausentando de seu habitat natural em prol de uma melhora em meu corpo ridiculo, assim com a coluna Garrafologia (a qual o seu escritor, 'apenas para constar': tá com uma barriga "judiada", que beleza!).

Porém, vocês sabem, o blog não pode parar. E Dona Hangover, minha companheira (in)desejável das manhãs, já estava com saudade.

O post de hoje relata uma aventura gastronômica/etílica pelo Rio de Janeiro, na mística Ipanema. Sim, lá mesmo. Vejam vocês, o quituteseacecipes desvenda não somente a vida noturna paranaense, mas se internacionaliza (?!), buscando a plenitude anarco-psico-pato-gastronômica-alucinógena nas grandes megalópoles brasileiras!!!

Mas vamos lá. Cheguei em Ipanema, dei uma volta... E contextualize, caro leitor: com uma câmara na mão, pedindo pra ser assaltado (mas o Sergio Cabral e o Lula disseram que o Rio é "susse like a mousse", então acreditei). Até que encontrei uma chopperia em que um grande BUGIO adornava a entrada. Chamava-se Banana Jack, e tinha um visual meio praiano, hawaiiano. Achei legal, tava sozinho mesmo, então entrei.

Peguei o cardápio e me deparei com as opções: Chopp de Banana, Pinga de Banana, Banana Frita, Drinks diversos de banana, penne de Banana (?!), Carré de Banana (!?).

Jack Johnson
Ahn!? Tudo bem, esqueçam 60% das iguarias que mencionei. Mas garanto: o chopp de banana (que nada mais era que essência de banana em 5 gotas dosadas em conta-gotas, adicionado ao chopp brahma) era incrivel. Tanto que tomei 6 canecos de 500 ml em 15 minutos. Muito prudente.


Pinga de Banana



A sensação de estar me embriagando novamente, me deixou animado. Pra quê ver quanto custa, não é mesmo? Fui tomado pela 'síndrome de milionário', típica de bêbados autistas, e passei a degustar de drinks com nomes temáticos: Jack Sparrow, Jack Nicholson, Jack Johnson - todos à base de vodka, rum, banana, cachaça... Aliás, pedi 3 doses de pinga de Banana... e uma porção de Onion Rings pra (tentar) dar uma rebatida.



Ah, enfim. Sozinho, com uma câmera na mão, comecei a fotografar (como se pode ver pelas fotos), inocentemente, tudo que bebia e comia. Mas nunca, jamás, subestime um bêbado...

O garçom perguntou porque eu tirava fotos, e eu, usando de minha argúcia, respondi:
'- Escrevo para o quituteseACIPES'. (sim, eu errei o nome do Blog).
Caro leitor... nunca fui tão bem tratado. Me senti um enólogo dentro de um festival de vinho. E paguei metade da conta, claro.

Tremam, donos de bares deste Brasil a fora. Sempre haverá um emissário do Quitutes & Acepipes rondando seu estabelecimento, em busca de novidades. E querem saber o veredicto? Ah sim: recomendo, lo-lo-logico. Sempre que o cliente é bem-tratado, tem à sua disposição comida e bebida de qualidade e variedade, o boteco terá seus méritos reconhecidos. Fica a dica.
"Um homem inteligente é as vezes forçado a ficar bêbado para gastar um tempo com suas bobagens" (Ernest Hemingway - 1899-1961)

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Domingo? Qual opção?

Domingo a noite. Bate aquela fome e você pensa: qual a melhor opção para o final de semana?


Eu digo que uma ótima opção, se você gosta de carnes e de variedade, é passar no Spetinho's Grill Choperia (Av. Tiradentes, nº 133).



Lá pude provar diversos espetinhos, desde o tradicional intercalado (carne, pimentão, cebola e tomate) até o de picanha de porco, sem falar no pão de alho, de queijo coalho e nos de frutas (olha, a Li recomenda aquele de morango com chocolate que, segundo ela, estava uma delícia).




Fica aqui a dica pra quem está sem opção e quer aproveitar um bom aperitivo com uma cerveja ou um chopp gelado.

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O Rei do Happy Hour

Inaugurando minha coluna pessoal no blog, da qual intituto "O Rei do Happy Hour", começo com o relato de uma semaninha em que, no melhor estilo "sessão da tarde", temos aprontado uma tremeeeeeeeenda confusão...

Tudo começou na terça, um dia tão tranquilão, em que no máximo a aventura se resumiria ao nostalgico Joseph's Pub (bar do zé), mas que acabou se descambando para o Bartolomeu (Av. Pedro Taques), boate nova que abriu em Maringá.

Chegamos lá, eu, Fat, Alien e Oponente, e pensei: "amanhã é quarta, é dia de trabalhar". Pedi 2 long necks, geladas por sinal, tudo ok, até que alguém teve a "brilhante" idéia de pedir um combo de Smirnoff. Como bom apreciador da BEBIDA RUSSA, prometi que iria tomar apenas uns dois copos com energético, mas... acabamos com a garrafa, e tornei minha quarta-feira em um dia interminável.

Mais uma vez, minha companheira das manhãs - Dona Hangover, esteve lá, firme e forte para me fazer lembrar que ser um membro do Quitutes & Acepipes é hobby, e não um trabalho profissional.

Mas... nada que uma picanha "saborosa" (nos dizeres do Fürer) que eu, Tirso, Cebolinha e Freguês comemos no Calçadão (av. Getúlio Vargas) para resolver o problema da minha ressaca, ressaca esta no melhor estilo "ressaca parkinson" (aquela em que você treme sem parar).

Ah, enfim. Pensei que o dia terminaria tranquilamente, mas a partida entre Palmeiras e Santo André ocorreria a noite, e me lembrei do grande e lendário Cine Bar (av. Brasil), bar comandado pelo Garrafão, em que a "moçada" do quinquênio 95/2000 tomava umas pingas antes do show da Shakira.

Convidei Freguês e Tirso pra irem comigo tomar uma gelada e ver o jogo. É claro que eu não poderia esperar outro resultado senão a derrota do meu querido Verdão, já que o Tirso é camarada, porém corinthiano, e um tremendo pé-frio/agourento dos infernos!!! pqp!!!

Eu, como palmeirense roxo, sofredor e p*to da cara com essa merlin/bósnia do meu time (que conseguiu a proeza de perder do Santo André em pleno Palestra... que beleeeeeza!!!!), ao menos tive o prazer de comer os espetinhos de lá (frango com pimentão e cebola, pra dar aquela sustança) e tomar uma birra com os 'culpados', mas acho que exagerei, porque minha barriga não para de dizer "HAVE MERCY"...

Happy Hour é para profissionais. E tenho dito...

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Guará: 4ª Feira, Pratos Especiais???

No último dia 03.02.2010 (quarta-feira) decidimos ir ao Bar Guará em razão dos pratos especiais lá servidos às quartas.


Lá chegando fomos surpreendidos, pois nenhum dos pratos especiais seriam servidos naquele dia. Ora, se são pratos especiais de quarta-feira, em que dia será que são servidos?




Passada essa decepção, partimos para uma grande decisão, escolher outras porções servidas no local. Digo grande decisão porque esperamos o dia todo para experimentar os ditos pratos especiais e nem sequer pudemos sentir o cheiro.


Tirso, por incrível que pareça resolveu se alimentar e pediu uma porção de torresmo, tudo bem que não se compara a do Wandão, mas não deixou a desejar, estava muito saborosa e eu tive que experimentar, pois estava muuuuuito apresentável.



Jú e Vir decidiram pela porção de frango a passarinho que estava uma delícia (falo por mim) e Vicente e Nôro optaram pela dobradinha, que segundo eles estava muito boa.



Quanto à bebida, elogiamos a cerveja que estava estupidamente gelada, porém o suco de abacaxi que eu havia pedido bem gelado, veio morno e quase sem sabor.


O ambiente em si não possui nenhum atrativo especial, mas.......na companhia de bons amigos quem precisa de algo mais, além de uma porçãozinha saborosa e uma cervejinha estupidamente gelada.

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Ode ao Wandão



Hoje fui em família ao bar que melhor condensa o espírito botequeiro em Maringá: o Wandão Petiscaria, mais conhecido como Bar do Wandão.

Afinal, o ambiente do bar é ótimo, com mesas e cadeiras de madeira, toalhas plastificadas com grafismos retrô, paredes de madeira, balcão, e um público que realmente busca aproveitar ao máximo a happy hour. O atendimento é especial, com garçons experientes e simpaticíssimos. A cerveja é fora do comum, estupidamente  gelada.


E os acepipes, então... Ali é servido o melhor acepipe de Maringá: o famoso torresmo do Wandão!


Não existe torresmo igual a esse. O torresmo em si é crocante sem ser duro. Com aquela cor dourada que o torna irresistível aos olhos. Mas o principal diferencial é a generosa camada de carne, tenra e apetitosa, que acompanha a pele. Não adianta, o torresmo do Wandão é o acepipe a ser batido pelo botecos maringaenses. Se aqui tivesse o concurso do Boteco Bohemia, o Wandão teria ganhado uns dezoito anos seguidos com esse torresmo.

Hoje, além do torresmo (chamá-lo pelo diminutivo - torresminho - seria injusto), também pedimos a Língua ao Vinagrete.


Foi na saudosa Churrascaria Galeto Sulino (quem se lembra dela?) que eu aprendi a apreciar esse prato que, numa primeira impressão (língua? blargh!) pode parecer repugnante. Afinal a língua é uma carne macia e saborosa, parecida com uma posta branca (rosbife/roast beef), que acompanhada de um bem feito vinagrete, tal qual o preparado no Wandão, se transforma num dos melhores companheiros dos bebedores de cerveja.

Por enquanto é isso. Mas certamente o Wandão será motivo para muitos outros posts aqui no blog, até porque precisamos ainda falar, no mínimo, na Posta Branca à Vinagrete, na Fraudinha ao Molho de Shoyu, na Rabada com Agrião, no Kibe Cru...

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Uma noite em família !!

A cidade de Maringá apresenta vários lugares para se sair com os amigos(as) e namoradas(os) em qualquer dia da semana. No entanto, quando o assunto é um lugar para se sair em família, especialmente quando você possui crianças pequenas, esta quantidade de lugares diminui drasticamente.

É possível se contar nos dedos os estabelecimentos que permitem que casais com filhos pequenos também curtam a vida notura maringaense.
Não estou dizendo que boates e casas de show deveriam permitir que casais levem seus filhos pequenos. Ao contrário. Estou dizendo que a maior parte dos bares e restaurantes da cidade, atualmente, não estão preparados para receberem este tipo de clientela.
A exceção, meus amigos, é o Cupim Mania.
Eu poderia escrever aqui sobre a bebida gelada e da comida que servem, o que, garanto, o farei em breve, mas prefiro postar o meu primeiro comentário neste Blog para dizer que este estabelecimento acertou na mosca ao disponibilizar uma área totalmente destinada as crianças.
Lá você, além de saborear uma cerveja gelada e de comer bem, você tem a tranquilidade de deixar seu(s) filho(s) em um "playground" com o acompanhamento de funcionários, ao que pude observar, bem esducados e por demais atenciosos, enquanto você se diverte com o restante de sua família.
Como primeira participação, deixo esta informação aos amigos e colegas: não há motivo para não se divertir na noite maringaense, mesmo aqueles que possuem filhos pequenos, o que existe são apenas algumas restrições.

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Sábado: Estação Teen e Cachaçaria Água Doce

Recuperado da overdose de peixe cru da sexta à noite, prossegui nos "compromissos" de sábado.

Depois de comer um monte de salgadinhos e minissanduíches  (os quais, aliás, estavam deliciosos; principalmente o "minihamburguer") no Estação Teen (*), no aniversário da filha de um amigo, fui à Cachaçaria Água Doce comemorar a colação de grau de um outro amigo.

A Cachaçaria certamente é um dos melhores botecos (no melhor sentido da palavra) da cidade. Hors concours no quesito quantidade e qualidade de Quitutes e Acepipes, e sede de célebres noitadas regadas a muitos pasteizinhos de carne de sol e doses e doses de cachaça.

Mas dessa vez a coisa foi mais comportada. Primeiro porque quando eu cheguei o pessoal já tinha terminado de jantar (escondidinho, arroz carreteiro e feijão tropeiro), e segundo porque ninguém teve coragem de começar as rodadas de shots de cachaça.

É justo, então, que um texto completo sobre a Cachaçaria seja escrito em nossa próxima visita, quando o tour gastronômico-etílico for completo por aquelas paragens.

Sobre a visita de sábado, é importante dizer: a caipirinha deles (a verdadeira: cachaça, limão, gelo e açúcar) continua enorme e ótima.

(*) Av. D. Sophia Rasgulaeff, 1994, (44) 3253-6355.

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Tatibana

O ressurgimento deste blog foi decidido enquanto jantávamos no Tatibana (http://www.tatibana.com.br/maringa/), apreciando um típico rodízio de comida japonesa.

Aliás, nos últimos anos Maringá experimentou uma verdadeira proliferação de restaurantes de rodízios de comida japonesa, de pizza e de carnes.

A razão dessa nossa visita ao Tatibana foi dupla: uma vontade insaciável da Norô de devorar sushis (até o nome do shih-tzu dela é "Sushi"), e a recomendação do Tatsuro (amigo expert em comida japonesa), de que atualmente o rodízio do Tatibana seria o melhor da cidade.

Motivados, portanto, por recomendação tão abalizada, decidimos abandonar a rotina de sempre jantarmos rodízios japoneses no Momiji (http://www.restaurantesjaponeses.com.br/momiji), e nos aventurarmos no Tatibana.

A aventura foi bem proveitosa.

Em visitas anteriores, no horário do almoço (self service), eu e o Alan havíamos nos decepcionado com o Tatibana. Mas na sexta a impressão foi bem diferente.

Os peixes do sashimi estavam ótimos, com um prego fresco, um salmão correto e um "magurô" (atum) simplesmente impressionante! A cor, o sabor e a textura desse magurô estavam fora do comum. Até hoje não havia comido um sashimi de atum tão bom em restaurantes de Maringá.

A apresentação dos sushis também estava muito legal, assim como o tempero do arroz neles utilizado (com a dose certa de doçura e de acidez).

Quando vou a rodízios desse tipo, costumo ficar nos "frios" (sushis e sashimis) e dificilmente provo os "quentes", com exceção do shitake na manteiga, um dos meus pratos prediletos. Essa, entretanto, foi minha única decepção no Tatibana, pois o shitake estava muito doce, quase melado, na minha opinião. Digo "minha opinião" porque o Alan adorou o prato, e disse que eu tava "viajando" ao reclamar do tempero...

Quanto à bebida, tomamos um monte de Brahma Extra long neck (poderiam servir em garrafas 600ml, :-)), que estava geladíssima, na temperatura certa para combinar com as montanhas de sashimi e sushi que comemos.

Enfim, não concordo totalmente com o Tatsuro que o Tatibana seja o melhor rodízio japonês da cidade. Mas acho que a evolução foi enorme, e que atualmente ele está praticamente empatado com o Momiji. Certamente recomendado!

PS1: Acho que o Alê (Tenente) não concorda comigo em alguns pontos. Mas deixo que isso seja esclarecido no post dele, que, espero, seja publicado rapidamente, rs.
PS2: Aos outros colaboradores, favor postarem com frequência...

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Sábado Light

Bom dia à todos os apreciadores da comida de butequim, servida no momento mais esperado do dia: o Happy Hour.
Convenhamos que o happy hour é indispensável para manter a sanidade das pessoas (leia-se: o happy hour evita que pobres mortais, como os subscreventes deste blog, batam o pino, enlouqueçam, enfim...), portanto, é uma parte de nosso cotidiano que tem status de utilidade pública.

Sendo assim, como post inaugural, venho divulgar a feijoada que é servida aos sábados no Quintal (av. Luiz Teixeira Mendes). Infelizmente não tirei fotos, mas garanto que o negócio é bão, no melhor estilo "feijoada anual do country". Saí de lá me sentindo "leve", e preparado pra encarar uma festinha infantil (vejam que meu sábado foi LIGHT).

Abraços

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