Depois do ataque dos esfomeados, a generosa porção de manjubas foi reduzida a isto:
Taiyo
Depois do ataque dos esfomeados, a generosa porção de manjubas foi reduzida a isto:
O Rei do Happy Hour
Inaugurando minha coluna pessoal no blog, da qual intituto "O Rei do Happy Hour", começo com o relato de uma semaninha em que, no melhor estilo "sessão da tarde", temos aprontado uma tremeeeeeeeenda confusão...
Tudo começou na terça, um dia tão tranquilão, em que no máximo a aventura se resumiria ao nostalgico Joseph's Pub (bar do zé), mas que acabou se descambando para o Bartolomeu (Av. Pedro Taques), boate nova que abriu em Maringá.
Chegamos lá, eu, Fat, Alien e Oponente, e pensei: "amanhã é quarta, é dia de trabalhar". Pedi 2 long necks, geladas por sinal, tudo ok, até que alguém teve a "brilhante" idéia de pedir um combo de Smirnoff. Como bom apreciador da BEBIDA RUSSA, prometi que iria tomar apenas uns dois copos com energético, mas... acabamos com a garrafa, e tornei minha quarta-feira em um dia interminável.
Mais uma vez, minha companheira das manhãs - Dona Hangover, esteve lá, firme e forte para me fazer lembrar que ser um membro do Quitutes & Acepipes é hobby, e não um trabalho profissional.
Mas... nada que uma picanha "saborosa" (nos dizeres do Fürer) que eu, Tirso, Cebolinha e Freguês comemos no Calçadão (av. Getúlio Vargas) para resolver o problema da minha ressaca, ressaca esta no melhor estilo "ressaca parkinson" (aquela em que você treme sem parar).
Ah, enfim. Pensei que o dia terminaria tranquilamente, mas a partida entre Palmeiras e Santo André ocorreria a noite, e me lembrei do grande e lendário Cine Bar (av. Brasil), bar comandado pelo Garrafão, em que a "moçada" do quinquênio 95/2000 tomava umas pingas antes do show da Shakira.
Convidei Freguês e Tirso pra irem comigo tomar uma gelada e ver o jogo. É claro que eu não poderia esperar outro resultado senão a derrota do meu querido Verdão, já que o Tirso é camarada, porém corinthiano, e um tremendo pé-frio/agourento dos infernos!!! pqp!!!
Eu, como palmeirense roxo, sofredor e p*to da cara com essa merlin/bósnia do meu time (que conseguiu a proeza de perder do Santo André em pleno Palestra... que beleeeeeza!!!!), ao menos tive o prazer de comer os espetinhos de lá (frango com pimentão e cebola, pra dar aquela sustança) e tomar uma birra com os 'culpados', mas acho que exagerei, porque minha barriga não para de dizer "HAVE MERCY"...
Happy Hour é para profissionais. E tenho dito...
Calçadão: Tiras de fígado acebolado com pimenta dedo de moça
Conforme prometido, e já com algum atraso, escrevo sobre as tiras de fígado que experimentei no almoço no Calçadão. Embora não tenha tirado a foto, descrevo o quitute: fígado de boi em tiras finas (1-2cm) refogado com cebola em pétalas, e polvilhado com fatias pequenas de pimenta dedo-de-moça:
Esse acepipe, embora estivesse servido no bufê do self service do Calçadão, deveria, na verdade, estar no cardápio de algum boteco da cidade. Claro que combina demais com um arrozinho solto e um feijão caseiro.
Mas com cerveja...
A primeira vez que comi uma porção de fígado num boteco foi no Casa di Bel@ em Curitiba (visitem o link e curtam o estilo do lugar!)
Mas pergunto: vocês sabem de algum boteco da cidade que tenha porção de fígado acebolado?
Além disso, percebam que o prato do Calçadão incorpora precisamente aquela idéia que defendemos no post inicial. Ou seja, não basta servir uma porção "normal". É preciso fugir dos lugares-comuns. Afinal, fígado acebolado possui aquela receita clássica, "imexível". Mas o Calçadão foi além, e deu um charme ao fígado acebolado acrescentando aquelas rodelas de pimenta dedo de moça. Pronto. A ardência suave e o perfume inconfundível da pimenta transformaram um prato comum, num acepipe! Continue lendo >>
Ode ao Wandão
Hoje fui em família ao bar que melhor condensa o espírito botequeiro em Maringá: o Wandão Petiscaria, mais conhecido como Bar do Wandão.
Afinal, o ambiente do bar é ótimo, com mesas e cadeiras de madeira, toalhas plastificadas com grafismos retrô, paredes de madeira, balcão, e um público que realmente busca aproveitar ao máximo a happy hour. O atendimento é especial, com garçons experientes e simpaticíssimos. A cerveja é fora do comum, estupidamente gelada.
E os acepipes, então... Ali é servido o melhor acepipe de Maringá: o famoso torresmo do Wandão!
Não existe torresmo igual a esse. O torresmo em si é crocante sem ser duro. Com aquela cor dourada que o torna irresistível aos olhos. Mas o principal diferencial é a generosa camada de carne, tenra e apetitosa, que acompanha a pele. Não adianta, o torresmo do Wandão é o acepipe a ser batido pelo botecos maringaenses. Se aqui tivesse o concurso do Boteco Bohemia, o Wandão teria ganhado uns dezoito anos seguidos com esse torresmo.
Hoje, além do torresmo (chamá-lo pelo diminutivo - torresminho - seria injusto), também pedimos a Língua ao Vinagrete.
Foi na saudosa Churrascaria Galeto Sulino (quem se lembra dela?) que eu aprendi a apreciar esse prato que, numa primeira impressão (língua? blargh!) pode parecer repugnante. Afinal a língua é uma carne macia e saborosa, parecida com uma posta branca (rosbife/roast beef), que acompanhada de um bem feito vinagrete, tal qual o preparado no Wandão, se transforma num dos melhores companheiros dos bebedores de cerveja.
Por enquanto é isso. Mas certamente o Wandão será motivo para muitos outros posts aqui no blog, até porque precisamos ainda falar, no mínimo, na Posta Branca à Vinagrete, na Fraudinha ao Molho de Shoyu, na Rabada com Agrião, no Kibe Cru... Continue lendo >>











