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Flor Café

Não sei vocês, mas domingo para mim é dia de "fazer nada", descansar e dormir bastante e se preparar para a segunda-feira. Até porque não se tem muita coisa para fazer pela cidade, já que o comércio não abre e os programas na televisão não são animadores. Pior ainda para nós mulheres, pois domingo é dia de futebol na televisão, não que eu não goste também de sentar para assistir a um jogo, mas às vezes a gente fica entediada, "cansada de descansar", procurando algo diferente para fazer.


Pois alguns domingos atrás, fui convidada (aliás, convite somente para o "clube da Luluzinha") para o aniversário de uma amiga no Flor Café - Avenida Dr. Luiz Teixeira Mendes, 2227, fone: 32629526 - um lugar que já tinha conhecimento, porém nunca tinha tido oportunidade de ir.




O lugar é lindo e aconchegante, uma tentação para as mulheres já que o que se tem por ali, desde plantas, móveis, quadros, tudo que faz parte da decoração, tem o preço exposto e você pode comprar e levar para casa. Quem já foi em algum casamento onde a decoração ficou a cargo do Beto Burim sabe do que eu estou falando, já que o Flor Café também é dele.


Mas vamos falar sobre a comida e a bebida.


Como opção servida pela aniversariante, tinham o panini de presunto e queijo, o folhado de bacalhau e o quiche de carne seca. E claro, em prol do blog, 'tive" que experimentar estes dois últimos.




O folhado me impressionou por não apresentar aquele aspecto gorduroso e brilhante de toda massa deste tipo de salgado. O recheio de bacalhau desfiado estava bem generoso, dessalgado na medida certa e temperado de maneira que o recheio ficou bem "molhadinho".




No segundo salgado, a carne de sol, também dessalgada adequadamente, misturava-se com o sabor adocicado da abóbora kabocha (ou cabotiá, etc.). Ainda, a massa não tinha sabor só de farinha e estava consistente o bastante para permitir que pegássemos o quiche na mão para dar uma mordida sem que o recheio caísse. Uma delícia!


Para acompanhar os salgados, tomei um capuccino gelado (que não tinha nada de diferente dos demais oferecidos na região). Ótima opção para um lanche da tarde em um dia super quente.




Como sobremesa, foi servido o bolo de abacaxi com côco, feito pelo local. Só achei que tinha chantilly demais (mas também, qual o bolo de aniversário ou casamento que não vem coberto de chantilly?)


Como era aniversário, não paguei nada, mas dando uma olhadinha no cardápio, se não me engano, o quiche sai por R$ 7,30 e o folhado por R$ 4,90. Um pouco caro para o tamanho dos salgados, no entanto, temos que lembrar que não estamos comendo um pastel de "vento", em pé, na esquina de casa.


Está aí, quem não tiver nada para fazer no domingão e quiser reunir as "Luluzinhas", não que homens também não possam frequentá-lo , o Flor Café é um ótimo local, com espaço amplo (a aniversariante reservou o andar de cima), atendimento de primeira (tínhamos um garçom só para nos servir) e excelente comida. E ainda, se optar por fazer o seu aniversário por lá, será agraciada com rosas...

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Sábado: Estação Teen e Cachaçaria Água Doce

Recuperado da overdose de peixe cru da sexta à noite, prossegui nos "compromissos" de sábado.

Depois de comer um monte de salgadinhos e minissanduíches  (os quais, aliás, estavam deliciosos; principalmente o "minihamburguer") no Estação Teen (*), no aniversário da filha de um amigo, fui à Cachaçaria Água Doce comemorar a colação de grau de um outro amigo.

A Cachaçaria certamente é um dos melhores botecos (no melhor sentido da palavra) da cidade. Hors concours no quesito quantidade e qualidade de Quitutes e Acepipes, e sede de célebres noitadas regadas a muitos pasteizinhos de carne de sol e doses e doses de cachaça.

Mas dessa vez a coisa foi mais comportada. Primeiro porque quando eu cheguei o pessoal já tinha terminado de jantar (escondidinho, arroz carreteiro e feijão tropeiro), e segundo porque ninguém teve coragem de começar as rodadas de shots de cachaça.

É justo, então, que um texto completo sobre a Cachaçaria seja escrito em nossa próxima visita, quando o tour gastronômico-etílico for completo por aquelas paragens.

Sobre a visita de sábado, é importante dizer: a caipirinha deles (a verdadeira: cachaça, limão, gelo e açúcar) continua enorme e ótima.

(*) Av. D. Sophia Rasgulaeff, 1994, (44) 3253-6355.

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